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Ucrânia usa em combate contra Rússia o seu 1.º míssil balístico tático

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                    Ucrânia usa em combate contra Rússia o seu 1.º míssil balístico tático
Ucrânia usa em combate contra Rússia o seu 1.º míssil balístico tático (Foto: Reprodução)

"Míssil balístico tático ucraniano. FP-7. Primeira utilização em combate. Obrigado pelo resultado. Próximo passo: produção. Glória à Ucrânia!", escreveu Zelensky.

 

O governante ucraniano não detalhou sobre quando ou onde decorreu a missão.

Segundo o jornal The Kyiv Independent, o FP-7, capaz de transportar 200 quilos de explosivos, foi concebido para atingir alvos situados a 250 quilómetros de distância.

Conhecido por Pelicano, foi desenvolvido pela empresa ucraniana Fire Point como alternativa aos americanos ATACMS, numa altura em que Kyiv faz constantes pedidos deste tipo de projéteis.

Para virar o 'jogo', a Ucrânia precisa de mísseis Patriot de fabrico norte-americano, capazes de defender eficazmente o país contra mísseis balísticos.

No entanto, estes armamentos estão em falta desde o início da guerra que envolveu o Irão. Um plano para os produzir dentro da Ucrânia poderia levar anos a dar resultados.

Kyiv corre contra o tempo para produzir intercetores capazes de abater drones a jato de alta velocidade, à medida que prossegue o rápido ciclo de inovação militar durante o conflito.

A Ucrânia defende também a imposição de sanções mais rigorosas contra a Rússia, visando impedir o país de obter componentes de alta tecnologia essenciais para o seu arsenal.

O Reino Unido impôs hoje sanções a 31 indivíduos, entidades e navios russos apontados como ligados a ações de desinformação, tentativas de contornar sanções no setor energético e maus-tratos a civis ucranianos em zonas tomadas pela Rússia durante a guerra.

Entretanto, Moscovo tenta aproveitar a atual vantagem antes que a Ucrânia encontre uma resposta para os mais recentes desafios.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

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