Publicidade

Banner Ortigueira

Pai morto espancado ao tentar defender família: homens são presos no Paraná nove dias após briga que terminou com o crime

Pai de família morre após ser espancado ao tentar separar briga em festa de clube de campo Dois homens foram presos suspeitos da morte do frentista Jackson Fe...

Pai morto espancado ao tentar defender família: homens são presos no Paraná nove dias após briga que terminou com o crime
Pai morto espancado ao tentar defender família: homens são presos no Paraná nove dias após briga que terminou com o crime (Foto: Reprodução)

Pai de família morre após ser espancado ao tentar separar briga em festa de clube de campo Dois homens foram presos suspeitos da morte do frentista Jackson Fernando Freitas Ribeiro, de 34 anos. Segundo a Polícia Civil, ele foi espancado pela dupla ao tentar separar uma briga enquanto curtia uma festa de um clube de campo com a família em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. A situação aconteceu no Clube América no dia 26 de julho, um domingo; Jackson foi internado e teve a morte decretada na quarta-feira (30). A Polícia Civil investigou o caso e prendeu preventivamente os suspeitos nesta terça-feira (4). Um dos detidos tem 28 anos e o outro, 31. Os nomes deles não foram divulgados. Por isso, o g1 não conseguiu identificar as defesas deles. ✅ Siga o canal do g1 Ponta Grossa no WhatsApp Jackson deixou a esposa e a filha de 12 anos. Segundo o tio do frentista, Antonio Carlos Freitas de Sousa, toda a família estava presente na confraternização, assim como outros sócios do clube. Ele afirma que a confusão iniciou entre conhecidos da família e o filho dele, primo de Jackson. De acordo com Antonio, após algumas provocações o filho dele foi empurrado e uma criança foi atingida e acabou caindo, o que deu início a agressões. O tio alega que Jackson tentou separar a briga e defender o próprio primo, mas acabou sendo espancado. Ele ficou gravemente ferido, foi levado a um hospital e ficou internado por três dias, mas não resistiu aos ferimentos. O delegado Wesley Vinícius trata o caso como homicídio. Segundo ele, a vítima não tinha nenhum antecedente criminal. "Ele, inclusive, não estava envolvido inicialmente na briga. Ele foi uma pessoa que foi para apartar, uma vez que ele tinha um parente que estaria envolvido nessas discussões, e ao apartar a briga acabou sendo atingido, sem ter nenhuma relação inicial com o que ocasionou o conflito. [...] Agressões e atos de violência, sejam em via pública ou durante a ocorrência de eventos, podem resultar em consequências gravíssimas, como o foi o presente caso, e aqueles que as praticarem serão devidamente responsabilizados". Jackson Fernando Freitas Ribeiro morreu após as agressões Cedida pela família e Reprodução LEIA TAMBÉM: Mão aberta e punho cerrado: Entenda sinal de socorro que salvou vítima de violência doméstica no PR Previsão do tempo: Ciclone bomba pode provocar ventos de até 100 km/h em parte do Paraná; veja onde Veja vídeo: Mulher tenta matar adolescentes jogando carro contra elas em calçada O que diz o clube O clube não foi responsabilizado. Na época do crime, a diretoria disse que estava à disposição das autoridades para colaborar com a investigação, que se solidariza com os familiares da vítima e que não se manifestará sobre as circunstâncias do ocorrido antes da conclusão das investigações. Veja, abaixo, a íntegra da nota divulgada pelo Clube América: "O Clube América manifesta solidariedade à vítima e aos seus familiares em razão do lamentável incidente ocorrido durante o evento realizado em suas dependências. A Diretoria tomou conhecimento dos fatos após o início da ocorrência e, desde então, acompanha a situação, mantendo-se à disposição das autoridades competentes para colaborar com a apuração dos acontecimentos. Em respeito à vítima, aos seus familiares e ao trabalho das autoridades, o Clube não se manifestará sobre as circunstâncias do ocorrido antes da conclusão das investigações. A Diretoria acompanhará o caso e adotará as providências administrativas que entender pertinentes, conforme o esclarecimento dos fatos pelas autoridades competentes. O Clube América reafirma sua confiança no trabalho dos órgãos responsáveis pela investigação e espera que os fatos sejam integralmente esclarecidos." Caso aconteceu no Clube América, em Ponta Grossa (PR) Valdecir Galvan/RPC Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Paraná